Páscoa Libertação
Hoje é um diaDe uma grande liçãoJesus CristoSeguido o CalvárioSem nenhuma lamentação.Sofreu nessa jornadaGanhou incompreensão ,Do seio do seu grupoTeve traição ,Mesmo assim acreditou na genteDando sempre a mão,Foi crucificado e humilhado,Não teve consternação ,A sua vida terrena extinguiu,Na Páscoa a pedra ruiu,Liberdade para a almaEstrelas em milhão,A nossa cabeçaPode estar na prisão,Nessa PáscoaQue nos dá a liçãoPode acontecer tudoMas não sucumbiráQue for puro de coração !
🤔Marcelo de Oliveira Souza, IwA
🤔Feliz Páscoa !
🤔Instagram: marceloescritor🤔Do Blog : http://marceloescritor2.blogspot.com
O Escabroso caso do Mendigo Famoso! Tem algumas coisas nesse mundo que nos deixa intrigado, se fosse um filme Hollywoodiano, ninguém ia acreditar que fosse verdade, não sabemos se a vida imita a arte ou vice-versa, diante de tantos fatos inusitados que estamos vivendo nessa era, pós-pandemia, digamos assim. A gente já viu praticamente de tudo, imaginávamos que o mundo não ia ficar parado ...
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terça-feira, 30 de dezembro de 2025
Re: Feliz Páscoa
Re: Feliz Páscoa
Páscoa Libertação
Hoje é um diaDe uma grande liçãoJesus CristoSeguido o CalvárioSem nenhuma lamentação.Sofreu nessa jornadaGanhou incompreensão ,Do seio do seu grupoTeve traição ,Mesmo assim acreditou na genteDando sempre a mão,Foi crucificado e humilhado,Não teve consternação ,A sua vida terrena extinguiu,Na Páscoa a pedra ruiu,Liberdade para a almaEstrelas em milhão,A nossa cabeçaPode estar na prisão,Nessa PáscoaQue nos dá a liçãoPode acontecer tudoMas não sucumbiráQue for puro de coração !
🤔Marcelo de Oliveira Souza, IwA
🤔Feliz Páscoa !
🤔Instagram: marceloescritor🤔Do Blog : http://marceloescritor2.blogspot.com
O Escabroso caso do Mendigo Famoso! Tem algumas coisas nesse mundo que nos deixa intrigado, se fosse um filme Hollywoodiano, ninguém ia acreditar que fosse verdade, não sabemos se a vida imita a arte ou vice-versa, diante de tantos fatos inusitados que estamos vivendo nessa era, pós-pandemia, digamos assim. A gente já viu praticamente de tudo, imaginávamos que o mundo não ia ficar parado ...
terça-feira, 23 de dezembro de 2025
Carnaval é tema de exposição que abre em janeiro na Biblioteca Pública de Santa Catarina
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No Carnaval, a poesia está presente em sambas de enredo, marchinhas, frevos, toadas de maracatu. Nasce de uma mistura vibrante, que reúne música, dança, artes visuais, artes cênicas, cenografia e literatura. É uma
literatura viva que traduz a alma da cultura popular. Tudo isso foi a inspiração para dez poetas catarinenses.
A exposição também é uma homenagem à parceria entre os poetas e compositores Celinho da Copa Lord e Edu Aguiar, que, no Carnaval de 2025, completou 40 anos. Celinho e Edu são autores de sambas de enredo
que marcam a história do Carnaval de Florianópolis. Entre as poesias, serão expostas obras da artista e escritora Clarisse da Costa, que, por meio de suas artes digitais, retrata as cores, fantasias, os amores e a musicalidade do Carnaval.
Ficha técnica:
Produção e curadoria: Cristine Cabral e Maximiliano Rosa
Poetas: Clarisse da Costa, Cristine Cabral, Denise de Castro, Edenice Fraga, Edu da Silva Aguiar, Gilson Célio Veloso, Kamila Maria da Silva, Maximiliano Rosa, Samuel da Costa e Sawan Alves.
Artista: Clarisse da Costa
Serviço:
O quê: Exposição "Abram alas, a poesia vai passar."
Local: Biblioteca Pública de Santa Catarina
Visitação: de 6 a 30 de janeiro de 2026. De segunda a sexta-feira, das 8h às 19h.
Entrada gratuita
segunda-feira, 22 de dezembro de 2025
A simplicidade é o selo da verdade? 2025 ou antes e depois
A simplicidade é o selo da verdade? 2025 ou antes e depoisA retrospectiva como vaidade; Dorothy Parker; analógico + digital.
O que é uma retrospectiva senão uma vaidade em forma de narrativa cronológica? Entre os marcos temporais e o vislumbre de alguns dias de descanso, olhamos para os últimos meses vividos como quem chacoalha um globo de neve, em uma busca por organizar o caos do vivido para que ele pareça coerente, contínuo, até mesmo digno de ser contado. E, afinal, estamos vivos: algo bem mais amplo do que um prêmio de consolação. A retrospectiva não nasce do passado, mas do presente que olha para trás e escolhe o que merece permanecer, como as marcas de lápis no caderno que sobrevivem à fricção da borracha. É uma busca entre o automático das datas e as expectativas dos novos rumos. Como pronunciava Dorothy Parker, “Quatro coisas sem as quais eu teria me sentido melhor: / Amor, curiosidade, sardas e dúvida”. Uma retrospectiva, em certa medida, assemelha-se a uma edição mensal de um jornal impresso (quem diria…): não registra o que aconteceu, edita. Corta arestas, suaviza fracassos, sublinha vitórias e, sobretudo, constrói sentido onde antes havia apenas sobrevivência. Há nela um desejo profundo de legitimação: provar que o caminho fez sentido, que os desvios eram parte do trajeto, que as quedas foram ensaio para o salto seguinte. De fato, a cronologia funciona como um álibi. Ao ordenar os fatos, a narrativa se protege do acaso e da desordem, como se o tempo obedecesse a uma lógica que só se revela depois. É vaidade, sim, mas uma vaidade quase necessária. Sem ela, o vivido se dissolve em fragmentos sem memória, e ninguém suporta existir sem uma história que o sustente. E qual foi a narrativa-2025 do RelevO? Parece-nos simples: aqui estamos, à beira do fechamento da edição de janeiro, cuidando para não escrever as datas erradas, o lapso cerebral que insiste em não girar o calendário nas pequenas repetições do dia a dia. Continuamos. Uma retrospectiva é menos relatório, mais confissão. Menos linha do tempo, mais costura de memórias. Porque, no fundo, revisitar o passado recente não é celebrar o que passou, mas negociar com o presente a permanência de quem ainda somos. De fato, para um jornal impresso de papel e de literatura, uma retrospectiva é o momento em que o projeto olha para si mesmo e reconhece o custo material de existir: o papel novamente encareceu; até amanhã, véspera de Natal, precisamos pagar metade da gráfica, que também reajustou preços; todos os itens de papelaria aumentaram acima da inflação; o prejuízo que acumulamos silenciosamente em 9 de 12 edições desta temporada, ali na página 2, relembrando os assuntos da cozinha enquanto o mundo acredita que o nosso futuro é nos tornarmos todos um grande data center de IA. Precisamos de 12 novos assinantes para fechar dezembro no azul. Se não conseguirmos? Todo novo ciclo é uma curiosa esperança de sustentabilidade. Ao mesmo tempo, a retrospectiva também revela paradoxos do presente: enquanto o nosso caixa aperta, a circulação se amplia. Atualmente, atingimos 380 pontos de distribuição no Brasil todo, voltando ao patamar de distribuição de janeiro de 2020, um mês antes da pandemia da Covid-19. Nosso número de assinantes caiu de 1.150 para 1.030, embora o ticket anual tenha subido com o nosso reajuste da assinatura, de R$ 70 para R$ 80. Enquanto o papel pesa no orçamento, a presença digital se expande. De dezembro de 2024 para dezembro de 2025, a quantidade de seguidores do RelevO cresceu 30% (12.000 vs. 15.600 seguidores) — e sem impulsionar posts, decisão também motivada por saber que Mark Zuckerberg existe (calculamos que ele vá sobreviver à nossa resistência. Não estamos preso a um suporte, mas a um modo de existir no mundo, ainda mais agora que ter 1 milhão de seguidores e ser influencer não quer dizer nada: as plataformas querem mesmo é que consumamos anúncios. O impresso segue como gesto físico, lento e deliberado; o digital, como extensão, diálogo e atravessamento. Olhar para o ano que passou é reconhecer que o prejuízo não anulou o impacto do nosso produto em nossa (tsc tsc) comunidade e que ampliar circulação e presença não é sinal de conforto, mas de insistência (“essa frase parece o chatGPT” — dilemas contemporâneos). Uma retrospectiva, nesse caso, não encerra um ciclo, uma vez que documenta a decisão de continuar. A simplicidade é um selo da verdade: queremos circular, queremos que o Jornal saia do PDF, seja impresso (ou imprimido!) e chegue às mãos de leitores. Do assinante que nos apoia, do leitor que nos encontra na melhor cafeteria de sua cidade ou em uma das 200 livrarias do Brasil que recebem o RelevO todo mês. Falar de 2026, nesse registro, não é anunciar conquistas mirabolantes ou metas ruidosas, e sim – apenas – declarar um compromisso cíclico com o simples: queremos continuar. Por fim, o que desejamos para 2026? Saúde financeira e uma boa dose de diversão. Não se trata de resistir ao tempo, nem de romantizar dificuldades, mas de trabalhar dentro dele, com os limites conhecidos. Se continuarmos aqui na retrospectiva do fim do ano que vem, será porque o modelo funcionou o suficiente para prosseguir — e isso, mais que qualquer discurso, será o dado mais importante do próximo ano. Queremos continuar fazendo um impresso de literatura que circule de forma consistente, chegue aos pontos certos e encontre leitores. Por isso, o nosso obrigado não é retórico: obrigado aos assinantes, anunciantes e colaboradores que tornam esse gesto possível e nos permitem, com os pés no chão e algum afeto no horizonte, entrar em um Ano Novo (e que seja ainda melhor). © 2025 Jornal RelevO |
O Último Natal!
O Último Natal
Novamente as festas de final de ano, vêm chegando, com ela várias nuances são trabalhadas dentro de nós mesmos, valorizando essa data festiva, ou até supervalorizando-a; cada um trazendo na sua bagagem do decorrer dessa jornada, que está para se findar, muitas alegrias e muitas tristezas.
Adentramos em uma reflexão pessoal e intransferível, afinal nós terminaremos o Ano prestando conta à nossa própria consciência, fazendo, pois, uma grande meditação de término de ciclo.
Muitos estão seguindo para o Último Natal, talvez possa até ser um de nós, onde a reunião em meio a muitos presentes, bebidas e aves assadas, não são nenhum parâmetro para ser um lugar de crescimento, ou até de confraternização, pois esse evento que é muito importante, também é uma grande homenagem ao consumismo, entretanto não poderemos deixar que essas datas sejam somente cabide de ostentação em redes sociais, porque não é somente isso.
O Natal também é um resplendor dos mais importantes, pois nessa época, é justamente uma mudança de ciclo, logrando ser o Último Natal.
A partir disso, conseguiremos nos perguntar, ou até perguntar aos nossos queridos e amados leitores: - Como foi o seu Último Natal?
Muitas vezes a gente passou sozinho, olhado para as paredes, se achando a pior das pessoas, pois nessa época, dificilmente pensamos ser uma fase, uma época de mudança de vida, de vibração, de convalescença e tudo isso poderá acontecer com qualquer um de nós nessa jornada.
Outras vezes será mesmo o Último Natal no plano físico, como aconteceu com diversas pessoas que foram para o outro plano espiritual.
Nesse mundo de hoje, a gente não sabe se estará vivo ou se estará bem de saúde amanhã, quem dirá no próximo Natal.
Nós todos deveremos pensar na grande oportunidade divina dessa época, em ajudar, cuidar, amparar, de todas todas as formas possíveis, principalmente quando a maioria das pessoas estão na fase de incorporar o Espírito Natalino, que mexe tanto com todos nós.
O Último Natal, poderá ser uma grande lição de vida, de reflexão, uma mudança de ciclo ou até uma mudança de plano, onde desejamos que o milagre de nossa existência possa ser de caridade, de fé e de autoconhecimento para todos nós.
FELIZ NATAL E UM ANO NOVO CHEIO DE PAZ E SAÚDE!
Marcelo de Oliveira Souza,IwA
2x. Dr. Honoris Causa em Literatura
Do blog: http://marceloescritor2.blogspot.com ; Instagram: marceloescritor2
quarta-feira, 17 de dezembro de 2025
"Inclusão é Respeito" 2025 Doc / Remix
Inclusão é Respeito 2025 Remix — A presente versão do documentário "Inclusão é Respeito!" nasceu graças aos toques e observações da compositora Cláudia Ferrari, que propôs uma série de ações a serem tomadas em uma nova produção. A começar pelas músicas, cedidas por compositores de atuante presença na cena artística brasileira. Suprimidas imagens redundantes, novas cenas foram acrescentadas, incluindo depoimentos de pessoas que apoiam, acolhem e vivenciam a inclusão, a diversidade e a fraternidade cotidianamente. Agradeço a atenção e a paciência! Eduardo
segunda-feira, 8 de dezembro de 2025
RelevO + Utopia de Natal (entre outras formas de viver)
RelevO + Utopia de Natal (entre outras formas de viver)Edição especial do chocolate do Jornal em parceria com a Utopia Tropical; adesivos; vai um café?
Manter um jornal literário independente ativo e mensal no Brasil é, por si só, um exercício contínuo de invenção. A cada edição, reafirmamos que a sobrevivência do impresso exige muito mais do que páginas bem diagramadas: exige criatividade financeira, coragem para experimentar e a habilidade de transformar ideias em recursos concretos. É por isso que, como periódico independente, precisamos diversificar nossas entradas financeiras com produtos que dialoguem com quem somos, que carreguem o que chamamos de Espírito RelevO e ampliem a sustentação do projeto. Em parceria com a Utopia Tropical (@utopia_tropical), marca de chocolates autorais localizada na histórica Rua Trajano Reis, 36, no Centro Histórico de Curitiba, estamos relançando uma barra personalizada e comemorativa das nossas 200 edições de circulação ininterrupta. E não é qualquer chocolate! Além da atualização da embalagem personalizada, desenhada pelo Bolívar Escobar, a Utopia Tropical trouxe para nós um chocolate premiado internacionalmente. Para os entusiastas do chocolate premium, trata-se de um chocolate bean-to-bar (da amêndoa à barra) com 72% de cacau e matéria-prima originária do Rio Tocantins, no Pará. As edições do nosso chocolate são numeradas e limitadas, com um adesivo interno integrante da série visual desenvolvida também pelo Bolívar. Hoje iniciamos a pré-venda para os assinantes e colaboradores. A partir de amanhã, divulgaremos nas nossas redes. Ficou interessado? Cada unidade sairá por R$ 40 + o frete com registro, que sai por R$ 10 em média. Iniciaremos as reservas agora: se você comprar antecipadamente, terá sua(s) barra(s) garantida(s). Seguraremos sua barra. Não haverá barra bravas. Ninguém te barra. E assim por diante. Só deixar um comentário por aqui, no Substack, ou responder este e-mail. ![]() Adesivos personalizados do RelevO. Ao adquirir o Chocolate RelevO, você não está apenas levando para casa uma barra premiada — está alimentando um circuito de apoio que mantém este jornal independente de pé. Cada chocolate vendido ajuda a reforçar o nosso caixa e a pagar a gráfica, essa eterna, nobre e recorrente saga que acompanha qualquer periódico que insiste em existir fora das grandes estruturas. É uma corrente silenciosa, mas fundamental: o leitor que apoia, o jornal que continua. Produtos como o nosso chocolate — e tantos outros que ainda imaginamos, como cafés artesanais, cadernetas, edições especiais ou qualquer item que convoque o gesto de parar, abrir um jornal e habitá-lo — ampliam o diálogo entre o impresso e a vida cotidiana. São extensões do RelevO que atravessam o papel e chegam às mãos, às mesas, aos rituais de leitura. Cada produto assim cria um pequeno ecossistema em torno do jornal, fortalecendo sua permanência e aproximando ainda mais os leitores dessa experiência analógica. Se você gosta do RelevO, considere consumir esta beleza rara e limitada. E, mesmo que chocolate não seja sua praia, considere presentear alguém: divertido será, e seu apoio também faz parte desse movimento que mantém o RelevO vivo, circulante e possível. PUBLIEDITORIAL
© 2025 Jornal RelevO |
Latitudes #68
A primeira do ano! Concursos literários, editais, cursos de literatura, eventos literários e financiamentos coletivos até 31 de janeiro. ͏ ...
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Enclave #135: conteúdo requentado para poluir ainda mais a Grande Rede. Donald E. Westlake. ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ...
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RelevO completa 15 anos: o presente fica com o último a fechar a porta. ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ...
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Enclave #131: tudo é artificial. ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ͏ ...





