Sobre criar e (se) exporEnclave #139: por um momento de sonho para fazer a fantasia. Trailer de ‘Colaboradores’. Charles Dickens.
EDITORIALBom dia! Bem-vindo(a) à Enclave #139, a newsletter que ainda não acredita em guarda-chuva. Hoje oferecemos um texto um pouco mais pessoal, isto é, pautado pela experiência de produção do curta Colaboradores, que exibiremos semana que vem em Curitiba. HIPERTEXTOAnotações sobre nosso curta-metragemEm fevereiro, registramos aqui a finalização de Colaboradores, dirigido pelo talentoso Cassio de Oliveira. Mês passado, comunicamos a data de estreia: dia 17/09, semana que vem, na Macro Bar e Pista. Divulgamos o trailer ontem — esse trailer que você vê logo acima. Tratar deste lançamento envolve muita euforia e ansiedade, e escrever sobre essa experiência toda é particularmente complexo. Sobre as dores e delícias da produçãoO primeiro ponto: Colaboradores é, sem dúvida, o projeto criativo de maior envolvimento (dedicação, esforço, estresse) da minha vida¹. Bom, eu escrevi o curta. E, para azar do curta, atuei nele. E nada disso tomou tanto tempo de vida quanto produzi-lo. O que, na verdade, me estimulou muito. “Produzir” é um termo vago, afinal a atividade é absolutamente diluída. Pode envolver desde a locação do set até a cotação da estampa da camiseta de um personagem. Toma tempo e gera estresse em múltiplas camadas de atuação, até porque envolve organização, orçamento, filtro de informação e constante tomada de decisão. Como toda produção (por exemplo, de um evento), tudo pode dar errado subitamente (e se a câmera estragar? E se a portaria não liberar nosso acesso? E se o refletor não chegar a tempo?). Sem mencionar que todo o processo envolve pessoas, essa camada adicional de incerteza. No caso de Colaboradores, eu era o principal… stakeholder. Desculpa, o principal responsável. Afinal, era um projeto meu (e, sabemos, toda proatividade será castigada). Mais pessoas trabalharam diretamente na produção do curta, o que me ajudou demais: Damaris Pedro e Nany Abish, além do próprio Cassio. Foi justamente a Damaris quem, em um dia, agilizou diversas possibilidades de locação para gravarmos, algo que já me tirava tempo (e sono). Um produtor é basicamente isso: um agilizador; alguém que resolve problemas.
Essa tensão diária é estressante, mas me apeguei a ela. Me motivava mais que os trabalhos com os quais me acostumei, sentado em frente ao computador, sem risco real a não ser o resultado momentâneo do sonho de outrem. Como éramos uma equipe enxuta, não consegui terceirizar completamente questões como objetos de cena, figurino e a logística geral (e, reforço, Damaris e Nany foram essenciais para dar conta de todas essas valências). Dividir a atenção entre produção e atuação foi, portanto, um pouco mais incômodo. Ao mesmo tempo, me forçou a manter um distanciamento saudável da interpretação, o que no geral me parece positivo. Estou cada vez mais convicto na ideia de que o pensamento traz retornos decrescentes e que, portanto, pensar demais atrapalha. O ensaio era realmente um trabalho, o que me afastou do hiperfoco em si mesmo do autor (e suas consequentes ladainhas — tanto faz se o personagem teve um cachorro na infância; concentremo-nos em fazer da cartolina uma cartolina crível). De todo modo, meu rosto e minha voz estavam lá. Estarão lá. Na exibição do filme, vou experienciar um grau de vulnerabilidade realmente difícil de replicar.
Um pouco da organização de 'Colaboradores' (design: Marceli Mengarda).
Sobre adentrar o processo de fazerSei que, essencialmente, vamos expor meia-hora de audiovisual. Que a vida de ninguém ali dependerá disso. Que os amigos convertidos em espectadores lá estarão com alguma curiosidade, alguma expectativa, mas vão dormir e acordar do mesmo jeito. Que, se o curta abrir portas para os envolvidos, já teremos superado expectativas. Que o mundo vai continuar girando. Porém, sair da apreciação para a execução é sempre doloroso. Qualquer envolvido com qualquer atividade criativa sabe disso. Por exemplo, se você lê Nabokov e escreve, é natural frustrar-se por não ser Nabokov. O que não é problema algum: só existiu um Nabokov. Mas comparar o que você faz com aquilo que admira é sempre complicado — e inevitável. O repertório também aprisiona a seu modo, gerando uma frustração complicada de sobrepor. Como resultado, você trava. Se não posso ser Nabokov (ou Virginia Woolf; ou Debussy, van Gogh, Kubrick; ou…), não serei nada. E então nada faço. Fazer é maravilhoso também por isso. O risco inevitável, a vulnerabilidade do ego. O risco. Nem sempre o melhor repertório traz o melhor resultado; aliás, também desconfio do retorno decrescente de influências para quem pretende criar algo (não para apreciar, claro; precisamos manter a cabeça arejada para sempre). Para criar, no entanto, o filtro é tão importante quanto a absorção. Em algum momento você precisa fechar a casa e pensar “minhas ferramentas são essas, e com elas eu vou em frente”. É complexo. No fundo você acredita genuinamente que está parindo o novo Blade Runner, até para motivar-se com o próprio delírio (motivação e delírio são, afinal, irmãos). Por outro, precisa calibrar expectativas e ater-se à realidade da circunstâncias (quanto antes, melhor — por isso pensamos desde sempre num bottle episode). E desapegar. Como certa vez conclamou [checks notes]… Cristiano Ronaldo: “Anda a bater: tu bates bem; se perdermos, que se foda! Confiança, caralho!”. Mas o RelevO gosta de realismo. Sobre o risco de desastreIndiretamente, ao convidar alguém para assistir ao filme, o recado que passo é: “por favor, venha ver o que eu escrevi, atuei e dediquei um ano de vida para fazer acontecer”. E se ficar uma bosta? Porque sou fatalista o suficiente para considerar que a exibição pode ser um desastre. Quase gosto de pensar na ideia, talvez como um tipo de terapia preventiva. É engraçado pensar: como posso ter dedicado tanto tempo, energia e atenção a algo e, ao mesmo tempo, existir a possibilidade de isso ser um verdadeiro desastre? Trainwreck, bochorno, disastro. Aliás, não acredito nisso. Tentei ser o mais cético possível em todas as etapas – e enxerguei um perfil muito parecido no Cassio –, então realmente amo o que criamos. Mas o que isso assegura? Quem garante que o envolvimento não cega? E se eu tiver simplesmente me apaixonado pela história, pelo processo, pelas amizades? Ademais, quem sou eu para me considerar imune a esse risco? Quantos escritores, músicos e diretores verdadeiramente geniais não passaram por isso, mas em escala muito maior? Com envolvimento maior, mais dinheiro, mais gente talentosa ao lado? Existe uma chance real de exibir um filme de comédia e, por meia hora, não ouvirmos nenhuma risada. Pode ser que chova muito em Curitiba, desanimando todo mundo e atrapalhando mais um evento do RelevO. Pode ser que o som não funcione bem. Pode ser que um grupo de desconhecidos fale muito alto e use o celular com luz alta e a gente não consiga exterminá-los a tempo. Pode ser que o filme seja simplesmente… muito ruim. Pode ser algo extraordinário. Pode ser um desastre. Pode ser mediano. Tende a ser mediano? Tudo regride à média. Tanto faz: não no sentido de não me importo. Ao contrário. Quero que todos assistam, quero que todos amem, quero me tornar showrunner na HBO, quero ser adorado. Mas no sentido de que Qué Será, Será. Assim, escrevi antes de saber: fazê-lo depois não teria graça. Sobre a vidaEncerramos com Gonzaguinha:
Com toda vulnerabilidade do mundo, te convidamos a assistir a Colaboradores! Ainda não vamos subir o filme na internet, pois temos outras duas exibições programadas (divulgaremos uma de cada vez). Venha e ria conosco (ou de nós). Estaremos lá, insistindo em devolver à sociedade aquilo que ela não pediu de volta. Um ano de trabalho concentrado nisso: um momento de sonho para fazer a fantasia. RelevO apresenta: Colaboradores
COLABORADORES:Produção executiva: Daniel Zanella; Mateus Ribeirete. Produção: Cassio de Oliveira; Damaris Pedro; Mateus Ribeirete; Nany Abish. Direção: Cassio de Oliveira. Assistência de direção: Marcelo Toigo. Roteiro: Mateus Ribeirete. Direção de arte, maquiagem, 2ª assistência de direção: Nany Abish. Figurino: Damaris Pedro; Mateus Ribeirete; Nany Abish. Design gráfico: Marceli Mengarda. Direção de fotografia: Fernanda Bittencourt. 1ª assistência de fotografia: Nayra Dal’ Comune. Logging, edição, finalização/masterização: Filipe Lima Brito. Trilha sonora, mixagem: Gustavo Bonvin. Edição de som e de diálogos: Leonardo Camargo. Colorização: Hyran. ELENCO:Aline Marques; Filipe Lima Brito; Mateus Ribeirete; Matheus Camargo; Victoria Poletto. APOIO:Brains Coworking; Fábrika Pães; Maniacs Brewing Co. BAÚPickwick
Charles Dickens, As Aventuras do Sr. Pickwick (The Posthumous Papers of the Pickwick Club), 1837, trad. Otávio Mendes Cajado, Abril Cultural, 1971.
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Eu, Mateus. Quem escreve essa newsletter não é o Daniel.
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Latitudes #76
Latitudes #76Concursos literários, editais, cursos de literatura, eventos literários e financiamentos coletivos de 2 a 30 de setembro.
Concursos literários2 de setembro[Brasil] Aula gratuita sobre processos de criaçãoA escola e editora Seiva, em parceria com as editoras Fósforo e Record, está com inscrições abertas para a aula “Sublinhadas”, conversa gratuita entre Carla Madeira, autora de Quando, e Paulliny Tort, autora de Os imortais, sobre processos de criação, leitura e trechos grifados. O encontro acontece em 2 de setembro, das 19h30 às 21h, via Zoom. [Brasil] Curso Segredos do Roteiro 2026A Seiva abre turma do curso online Segredos do Roteiro, conduzido pelo roteirista e professor Ricardo Tiezzi, com seis aulas ao vivo às quartas-feiras a partir de 2 de setembro e dez horas de conteúdo gravado. O percurso passa por drama, suspense, romance, humor, novela e infantojuvenil, com roteiristas convidados de projetos para HBO, Netflix, Disney e Globo. [Brasil] A Tramela, novo veículo literárioEstá no ar A Tramela, novo veículo literário que publica um texto por dia, entre crônicas, contos, resenhas e comentários inéditos e autorais, de diferentes autores. A distribuição acontece por um canal no WhatsApp, com atualizações também pelo Instagram. 4 de setembro[Brasil] Prêmio Kindle de LiteraturaA Amazon Brasil, em parceria com o Grupo Editorial Record, a TAG Experiências Literárias e a Audible, recebe inscrições para a 11ª edição do Prêmio Kindle de Literatura, voltado a autores independentes que publicam pelo Kindle Direct Publishing. A obra vencedora recebe R$ 50 mil, é impressa por um dos selos da Record, chega aos assinantes da TAG na modalidade curadoria e ganha versão em audiolivro pela Audible. [Rio Grande do Sul] Seminário Beabah!A Rede Beabah! – Bibliotecas Comunitárias do Rio Grande do Sul recebe inscrições para o Seminário Beabah!, que acontece em 4 e 5 de setembro, no Auditório do IFRS – Campus Porto Alegre, com debates, mediações de leitura e intervenções artísticas sobre o papel das bibliotecas comunitárias. 7 de setembro[Brasil] Curso gratuito “Inteligência Artificial e Cultura”O Ministério da Cultura, por meio da Escola Solano Trindade de Formação Cultural e Economia Criativa (Escult), recebe inscrições para o curso “Inteligência Artificial e Cultura”. O conteúdo aborda conceitos fundamentais, aplicações práticas, direitos autorais e desafios éticos e regulatórios da IA para profissionais da cultura. 13 de setembro[Mundo] Programa de Apoio à Tradução e à Publicação de Autores Brasileiros no ExteriorA Fundação Biblioteca Nacional está com o edital 2026 do Programa de Apoio à Tradução e à Publicação de Autores Brasileiros no Exterior aberto. Editoras estrangeiras interessadas em traduzir e publicar obras de autores brasileiros originalmente editadas em português no Brasil podem apresentar projetos com apoio financeiro pago em duas parcelas. 14 de setembro[Mundo] Prêmio Literário Inverno das PalavrasA Editora Typus recebe inscrições para a 2ª edição do Prêmio Literário Inverno das Palavras, dedicado à escrita breve nas categorias microconto, micropoesia e haicai. As 90 obras semifinalistas serão publicadas na coletânea oficial do prêmio, em versões impressa e digital, e a premiação total é estimada em R$ 18 mil. A taxa é de R$ 40 por obra. 15 de setembro[Brasil] Prêmio Caminhos de LiteraturaEstão abertas as inscrições gratuitas para a terceira edição do Prêmio Caminhos de Literatura. O concurso é destinado exclusivamente a autoras e autores brasileiros que concorram com seu primeiro romance. A obra vencedora será publicada pela Dublinense no Brasil, pela Kacimbo em Angola e pelo Grupo Infinito Particular em Portugal, em 2027. [Brasil] Curso Gestão de Livrarias – Formação para LivreirosA Casa Educação recebe inscrições para a sexta turma do Curso Gestão de Livrarias – Formação para Livreiros, com aulas ao vivo a partir de 15 de setembro. Os 32 encontros cobrem planejamento estratégico, curadoria e gestão de estoque, marketing, finanças, gestão de pessoas e inovação, com corpo docente formado por profissionais atuantes no mercado livreiro. A matrícula custa R$ 890. 22 de setembro[Brasil] Curso gratuito sobre literatura e cinemaA Biblioteca Digital do Estado de São Paulo (BibliON) está com inscrições abertas para o curso gratuito e online “Da literatura para o cinema: como os livros se tornam filmes”, ministrado pelo professor e crítico Marcelo Lyra. São quatro encontros pelo Zoom entre setembro e outubro. O curso explora os caminhos de uma obra literária até a tela. 29 de setembro[Brasil] 5º Prêmio Flipoços RenovaGraf para Escritores IndependentesO Flipoços, Festival Literário Internacional de Poços de Caldas, está com o edital do 5º Prêmio Flipoços RenovaGraf aberto e vai selecionar três romances inéditos de autores brasileiros maiores de 18 anos para publicação profissional e lançamento durante o festival de 2027. 30 de setembro[Brasil e Guiana Francesa] Residência na França para artistas e pesquisadores indígenasO Museu da Língua Portuguesa e a Cité internationale de la langue française recebem inscrições para o Programa de Residências Cruzadas – Línguas e conhecimentos indígenas além das fronteiras. Serão selecionadas duas pessoas, uma do Brasil e outra da Guiana Francesa para desenvolver por um mês projetos sobre valorização, circulação e história das línguas e conhecimentos indígenas. A residência acontece entre 15 de março e 11 de abril de 2027 em Villers-Cotterêts, na França, com hospedagem paga e bolsa para transporte e alimentação. [Rio Grande do Sul] Oficina Literária Santa Sede – Módulo AperitivoA Oficina Literária Santa Sede abre nova turma do Módulo Aperitivo, curso presencial de criação literária dedicado à crônica. São 12 encontros semanais, de setembro a novembro, às terças-feiras, no Espaço Cultural Mosaico, na Cidade Baixa, em Porto Alegre. A oficina funciona como porta de entrada para quem quer transformar observações e situações do cotidiano em texto. Informações pelo WhatsApp (51) 99123-5540. Assine para receber a Latitudes gratuitamente! PUBLIEDITORIAL[BRASIL] A Editora Coragem é uma editora independente brasileira sediada em Porto Alegre (RS), focada na publicação de obras de ficção e não ficção voltadas ao pensamento crítico e ao debate político, social e cultural da América Latina. Feiras e festivais literáriosFesta Literária Internacional da Mantiqueira (FLIMA)Entre 3 e 7 de setembro, Santo Antônio do Pinhal (SP) recebe a FLIMA, que tem como tema PassadoPresente e homenageia o quadrinista Marcelo D’Salete, autor de Cumbe, Angola Janga e Mukanda Tiodora. A programação reúne mais de 30 convidados, entre eles Jeferson Tenório, Micheliny Verunschk, Cidinha da Silva, Geni Núñez e Maria José Silveira. A programação completa e as informações sobre ingressos estão no site do evento. Viagem Literária 2026 – Mulheres da LiteraturaEntre 8 e 25 de setembro acontece o módulo Encontros com Escritoras do Viagem Literária, programa criado em 2008 e distribuído gratuitamente por bibliotecas públicas e comunitárias de 66 cidades paulistas. A edição deste ano tem como eixo temático Mulheres da Literatura e reúne nomes como Amara Moira, Ana Rüsche, Babi Dewet, Bruna Beber, Daniela Arbex, Flávia Lins e Silva, Geni Núñez, Keka Reis, e Silvana Tavano. 3ª Feira Literária de Botucatu (FLIB)De 15 a 18 de setembro, a FLIB acontece em uma tenda no gramado da Biblioteca da Unesp de Botucatu, no Campus Rubião Júnior, com o slogan “Trajetórias, tempo, histórias”. A edição integra as comemorações dos 50 anos da Unesp e reúne Jeferson Tenório, Aline Bei e Daniela Arbex, além de membros das duas academias de letras da cidade, apresentações musicais, contações de histórias, oficinas, rodas de conversa, sarau e sessões de autógrafos. A entrada é gratuita e a programação completa está na página oficial da feira. Feira Mico de Publicações IndependentesEm 18 e 19 de setembro, o Instituto de Artes da Unesp, em São Paulo, recebe a Feira Mico, dedicada a publicações independentes e arte impressa. A feira reúne zines, livros de artista, gravuras, ilustrações e outros impressos autorais de pequena tiragem, produzidos fora do circuito editorial tradicional. As informações sobre programação e expositores são divulgadas pelo Instagram da feira. 5ª Feira AutoralEm 26 de setembro, das 11h às 19h, a Alfaiataria Espaço de Arte (Rua Riachuelo, 274, Centro) recebe em Curitiba a 5ª edição da Feira Autoral, dedicada à produção gráfica, artesanal e autoral. A feira reúne artistas visuais, coletivos artísticos e sociais, escritoras, designers, fotógrafas, ceramistas e quem produz fanzines, cartazes, postais, gravuras e outras experimentações gráficas. A entrada é gratuita. Financiamentos coletivosA Pequena Parzifal e Seus Amigos ImagináriosO ilustrador e quadrinista Hiro Kawahara está com financiamento coletivo aberto na plataforma Catarse, até 5 de setembro, para a publicação de A Pequena Parzifal e Seus Amigos Imaginários, livro ilustrado escrito em parceria com a jornalista Angela Tessicini. A história acompanha Parzifal, uma menina de seis anos que vive sozinha na floresta de Astolat e tem o poder de dar vida ao que imagina. O Plano Invisível do AmorA Página11 está com financiamento coletivo aberto na plataforma Catarse, até 26 de setembro, para a publicação da primeira edição de O Plano Invisível do Amor, romance que acompanha Sinala e Filipe, duas almas ligadas por uma história que atravessa o tempo. Entre encontros, separações e diferenças culturais, a narrativa trata de amor, destino, livre-arbítrio, pertencimento e perdão.
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